domingo, 4 de maio de 2008

Revisión de las Técnicas de Salvamento Acuático

UNIVERSIDAD DE FLORES LICENCIATURA EN ACTIVIDAD FÍSICA Y DEPORTES

Por: PERESENDA, David Esteban
RESUMEN
Se seleccionaron cinco técnicas de Salvamento Acuático las cuales tienen mayor relevancia en los programas de formación de guardavidas, en el ámbito mundial y en Argentina. Se agrego una nueva propuesta técnica para hacer contacto con la victima, ganar su espalda y pasar al transporte de la misma. Se filmo con cámaras de alta velocidad a un grupo de aspirantes a guardavidas que realizaron las técnicas, lo cual permitió observar las ventajas y desventajas entre las mismas como así también tomar los tiempos que se necesita para la aplicación de cada una. Sobre la base del análisis de los promedios de los tiempos registrados en la aplicación de las técnicas junto a las ventajas y desventajas, se obtuvo un orden de eficiencia, donde la nueva propuesta técnica queda en 1er lugar. Este estudio pone así de relevancia el notable componente técnico que ofrece la nueva propuesta a los profesionales del salvamento acuático.
info@aguaseguras.com

O papel do professor de educação física na prevenção e redução dos acidentes e mortes por afogamento

Por: GUAIANO, Osni Pinto

PROPÓSITO:
Melhorar a prevenção e diminuir as estatísticas de acidentes e mortes por afogamento no Brasil.

MÉTODO:
Proporcionar aos alunos e Professores de Educação Física brasileiros acesso a cursos de especialização ou cursos de extensão universitária em salvamento aquático.

RESULTADOS:
De acordo com o censo realizado em escolas públicas do Ensino Superior segundo a área de conhecimento e curso, o Brasil teve 209 cursos de Educação Física na rede federal, estadual e municipal. Matriculou-se em abril de 1999 um total de 57.639 alunos no curso de Educação Física, o que corresponde a 0,03% da população brasileira. Partindo desse princípio, em junho de 2001, a Faculdade de Educação Física de Guarulhos (FEF/FIG), deu o primeiro passo para a realização e implantação deste projeto. Realizou o 1º Curso de Extensão Universitária do Estado de São Paulo em Salvamento Aquático, dirigido não apenas aos professores do curso de Educação Física, mas também aos alunos, formando uma pequena turma de dez novos multiplicadores de conhecimento. Destes formandos, dois deles já estão desenvolvendo trabalhos relacionados a resgate aquático em academias e clubes esportivos e três desenvolvem pesquisas na própria faculdade.

CONCLUSÕES:
Propiciar aos professores de Educação Física, através de Cursos de Especialização ou de Extensão Universitária, as bases teóricas e práticas de Salvamento Aquático e RCP é uma forma inteligente de habilitar tais profissionais a ensinarem estas técnicas em todo o Brasil. Em pouco tempo esses profissionais irão disseminar facilmente as técnicas de prevenção e resgate, aumentando o intercâmbio nesta área. Com isso, os professores aumentarão seu conhecimento e criarão novas frentes de pesquisa, além de abrir um novo campo de ensino e ampliar as possibilidades de trabalho neste setor. O Brasil terá então uma nova arma contra acidentes no meio líquido: um profissional altamente gabaritado a multiplicar as técnicas não só de natação, mas também de prevenção e resgate aquático, o que poderá diminuir consideravelmente os acidentes e mortes por afogamento de maneira certa e eficaz.

sábado, 3 de maio de 2008

A ação da defesa civil no auxílio ao serviço de salvamento marítimo

Monografia apresentada à Primeira Turma do Curso Superior de Aperfeiçoamento - CSA, do ano de 2002, da ESCOLA SUPERIOR DE COMANDO DE BOMBEIRO MILITAR – ESCBM, como exigência final do referido Curso.

Por: DA CUNHA, F. S. & CAMPOS, M. A. F.

RESUMO

As praias estão situadas na fronteira dos dois maiores ambientes do planeta: o continente e o oceano, sendo uma região de numerosas interações físicas e meteorológicas. Apresentam inúmeros perigos em virtude de seu caráter altamente energético e dinâmico, e representam riscos públicos na medida em que são utilizadas. Uma das atribuições do Grupamento Marítimo é exercer atividades de segurança de vidas humanas nas praias, sendo relevantes os estudos de suas características físicas e dos fatores que as influenciam diretamente, podendo citar as ondas, ressacas, ventos, marés, movimentação sazonal da areia e as correntes. A região praial pode ser dividida em costa, praia e costa afora, sendo delimitada de um lado pela região onde a passagem das ondas não mais movimenta os sedimentos do assoalho marinho, profundidade esta denominada base da onda, e do outro pela região denominada berma, onde também não ocorre movimentação de areia. Uma praia pode ainda ser subdividida em três regiões: face praial, antepraia e pós-praia e são agrupadas em quatro tipos: rasa ou dissipativa, de tombo, intermediária ou abrigada. A caracterização dos usuários das praias estudadas, a identificação dos locais de maior probabilidade de ocorrência de óbitos e a determinação de um risco público para cada praia, farão parte de um programa de prevenção de afogamentos a ser implantado pelo Grupamento Marítimo.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA DO SURFISTA - Apresentação

Por: TOM CARROLL
Bicampeão de surf mundial profissional

O Curso de Sobrevivência do Surfista é um programa de treinamento fantástico para jovens, e estou feliz em poder aprová-lo como tal. Embora muita gente não saiba, a prancha de surf moderna é usada como plataforma para resgate em 50% de todos os resgates nas praias australianas, e o manual de SOBREVIVÉNCIA DO SURFISTA reconhece este fato, montando todo o programa em torno da prancha. Além disso, a Associação Australiana de Surf Escolar é composta por professores que dão aulas de surf como parte do currículo escolar de Educação Física, aceita o CERTIFICADO DE SOBREVIVÊNCIA DO SURFISTA DA Surf Life Saving Association of Austrália - SLSAA como pré-requisito de treinamento de segurança para a prática do esporte.

As imagens e textos contidos neste manual são notáveis exemplos de como a Surf Life Saving Association of Austrália, neste caso, com uma grande contribuição da comunidade fora do círculo do Surf, está desenvolvendo cursos modernos e práticos para o público em dia.

A comunidade australiana se sentira ainda mais segura sabendo que nossas praias estão repletas de milhares de jovens treinados em SOBREVIVENCIA DO SURFISTA.

A partir deste comprometimento, continuo, desenvolveu-se a necessidade de oferecer aos jovens australianos - a maioria ainda em idade escolar - um curso prático e atualizado que todos os clubes de Surf, colégios de segundo grau ou indivíduos devidamente qualificados possam aplicar.
Todos os Departamentos de Educação da Austrália e da Nova Zelândia aprovaram o Curso de Sobrevivência do Surfista, o que mostra claramente como ele é compensador.

Desde a década de 1980, o mais novo e empolgante esporte escolar vem sendo o surf escolar.
A Associação Australiana de Surf Escolar ajudou a SLSAA a desenvolver esse curso de Sobrevivência para Surfistas que se destina a ajudar, a todos aqueles que adentram a arrebentação e do mesmo modo a ampliar suas habilidades e conhecimento das condições oceânicas e situações potencialmente perigosas.

Não é preciso ser surfista para aproveitar as informações contidas neste livro, embora grande parte delas mencione as pranchas de surf, porque elas são usadas em mais de metade de todos os resgates na praia, hoje dia.

Os usuários de pranchas de windsurf, skis e boogie boards também empregam equipamentos que podem ajudar a sustentar um surfista ou banhista ferido.
Os quatro principais tópicos da Sobrevivência do Surfista são:

1) Conhecimento da Zona de Arrebentação
2) Procedimentos de Sobrevivência
3) Procedimentos para Resgate Individual
4) Técnicas de Ressuscitação
5) Primeiros Socorros aplicados a Surfistas.

Saudações e pratiquem surf com segurança - Tom Carroll.

A Surf Life Saving Association of Austrália – SLSAA e seus clubes afiliados vêm se envolvendo ativamente na proteção do público freqüentador das praias, na prevenção do afogamento e no salvamento de vidas humanas na água, deste 1907.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Resgate aquático e prevenção de afogamentos

Resgate aquático e prevenção de afogamentos: nível de conhecimento em acadêmicos do curso de Educação Física - UFCS e professores de natação da grande Florianópolis

Autor: JOSÉ, R. M.

RESUMO

Devido ao envolvimento inicial com o Corpo de Bombeiros Militar através da disciplina de Emergências em Educação Física (vindo assim a tornar-me Salva Vidas Civil em novembro de 2003 e Bombeiro Comunitário em junho de 2005), optei por abordar aquilo que venho estudando dentro do curso desde quando realizei a referida disciplina (2003/02). Sendo Florianópolis uma Ilha na qual o turismo destaca-se como mercado de trabalho e estando o profissional da Educação Física ligado a este, por que não dar ênfase a um assunto tão importante? Será que só aos futuros professores de natação é interessante ter conhecimentos quanto a prevenção e resgate de afogados, ou será que recreacionistas que atuam em hotéis, professores de escolas e outros mais não podem abordar tal assunto com seus alunos? Este trabalho não busca só apresentar a importância do profissional de Educação Física está preparado para lidar com a situação mas, principalmente, ter domínio do conhecimento em questão, podendo dessa forma, mediá-lo com seus alunos orientando-os e contribuindo para a formação dos mesmos e para uma diminuição no número de acidentes relacionados a afogamento. Foi verificado que, apesar dos formandos terem na graduação a maior fonte de informação quanto ao tema em questão, lá esta não foi abordada de forma significativa. Esta mesma situação é apontada pela maioria dos formados que, em sua maioria, apresenta-se como conhecedores do assunto através de cursos especializados. Sendo assim, como proposta de discussão, fica a questão: até que ponto é válido tornar a disciplina Emergências em Educação Física optativa, sendo esta (normalmente a única) que aborda tal assunto e que 50% dos formandos que fizeram parte desta pesquisa, citam ser válida, até mesmo, a criação de uma nova disciplina que aborde especificamente o assunto em questão?

Palavras-chaves: afogamento // prevenção // resgate